Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) referentes ao trimestre móvel de maio a julho foram divulgados nesta quinta-feira
Taxa nacional recua para 5,1%, menor que no trimestre anterior e 1,1 ponto percentual abaixo do mesmo período de 2024
IBGE divulgou a Pnad Contínua na manhã desta sexta-feira (30)
O índice mostra recuo de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em maio, quando a desocupação estava em 5,6%.
Taxa de desemprego no Brasil cai para 5,4%, o menor nível desde 2012. Entenda os dados da PNAD e o impacto na economia e renda das famílias
Desocupação cai para o menor nível desde 2012, com queda tanto frente ao trimestre anterior quanto em relação ao mesmo período de 2024
Este é o menor índice da série histórica, iniciada em 2012. Houve queda nas duas comparações: 0,2 ponto percentual frente ao trimestre anterior e 0,7 ponto em relação a 2024 (6,2%).
Rendimento médio dos trabalhadores segue em alta e supera grandes estados
O resultado repetiu o percentual do trimestre encerrado em agosto, quando a taxa de desocupação atingiu o menor nível da série histórica do instituto, iniciada em 2012.
Dados do Censo 2022 mostram que cidade de Minas Gerais lidera o ranking de renda no país, enquanto a de Roraima aparece com os menores índices.
O resultado repetiu o percentual do trimestre encerrado em julho, quando a taxa de desocupação atingiu o menor nível da série histórica do instituto, iniciada em 2012
Dado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (16)
Movimento acompanha queda da taxa no Brasil, que baixou a 5,8%, conforme IBGE
Outro destaque foi o rendimento médio mensal, que chegou a R$ 3.477, valor mais alto desde o início da série.
País criou quase 149 mil vagas no mês e superou 1 milhão de empregos em 2025, apesar de queda em relação ao ano passado
Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo instituto nesta sexta-feira (27)
Juros altos e avanço no desenvolvimento das atividades produtivas são fatores que não se casam.
Ao todo, 7,7 milhões de pessoas estão sem emprego no país. Rendimento médio dos trabalhadores bateu recorde da série histórica: R$ 3.410 por mês.
Os dados foram divulgados nesta sexta (28), e mostram que, em um ano, a alta na renda dos trabalhadores foi de 3,6%.
Pnad Contínua mostra crescimento de 1,1% no trimestre, impulsionado pelo comércio, enquanto informalidade recua para 38,1%
Em 2024, o índice de desemprego reduziu em todos os estados, com exceção de Roraima, onde houve um aumento de 6,6% para 7,5%, e de Rondônia, que permaneceu estável.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o resultado nesta sexta-feira (31).
O número de pessoas fora da força de trabalho, como aposentados e estudantes, caiu para 65,6 milhões em 2024, representando 37,2% da população em idade ativa
Esse é o menor índice desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012, repetindo a tendência de queda observada nos últimos meses.
Antes disso, o percentual mais baixo de desempregados no país havia sido registrado em dezembro de 2013 (6,3%).